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Brasil e Nova Zelândia se aproximam para troca de experiência no turismo

por — publicado 11/07/2018 00h00,
última modificação 12/07/2018 12h08

Foto por: Embratur

Embaixador da Nova Zelândia em visita à sede da Embratur

Embaixador da Nova Zelândia em visita à sede da Embratur

Embratur e Embaixada do país estreitam laços para estimular setor e projetam criação de novos voos para aumentar conectividade aérea

O Embaixador da Nova Zelândia no Brasil, Chris Langley esteve na Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) nesta quarta-feira (11). Na pauta do encontro, perspectivas de criação de rotas ligando os países e ações de cooperação para troca de experiências na questão da promoção do turismo.

A necessidade de aumento da conectividade aérea foi tratada no encontro. Atualmente existem voos de Auckland para Buenos Aires e Santiago. A criação de conexões e novos voos é importante para a promoção conjunta e criação de roteiros integrados com países da América do Sul, especialmente para países de longa distância, como China e Austrália. Estratégia na qual a Nova Zelândia se enquadra.  

O modelo de brandind neozelandês é considerado referência no mundo, já que inclui, sob o mesmo guarda-chuva, a promoção comercial e de serviços, entre eles o turismo. O desenvolvimento do setor no país pode servir como estudo de caso para o Brasil. O país, com uma população de 4,5 milhões de pessoas, recebe 3,5 milhões de estrangeiros por ano, o que gera pelo menos R$ 25 bilhões de receita.

Além disso, os países têm características comuns como a localização geográfica distante dos principais emissores de turistas, o grande potencial em atrativos naturais, com destaque para os parques nacionais, além de ter povo alegre e acolhedor. Já existe o interesse do turista neozelandês em relação ao Brasil. Dos países da América Latina, o país que mais recebe turistas da Nova Zelândia é o Brasil, com cerca de 16 mil por ano.  

Segundo o embaixador Chris Langley, as duas nações têm boas relações comerciais e interesses em comum quando o assunto é turismo. "Existe a intenção de criação de voo direto para o Brasil, mas ainda em fase de inicial. É importante essa aproximação e relação entre os países. O turismo é parte importante da economia da Nova Zelândia, além de ser um setor muito positivo, uma indústria renovável e sustentável", afirmou o diplomata.

A reunião desta quarta-feira foi o segundo ato recente de relacionamento entre os países. No dia 26 de junho, a Embratur e o embaixador participaram do evento "Boas práticas em gestão de destinos turísticos: a experiência da Nova Zelândia", promovido pelo Sebrae Nacional. A continuidade do processo de aproximação e troca de experiências entre os órgãos dos países deve ser feita em São Paulo, onde a Nova Zelândia tem escritório de marketing.

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