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Mais norte-americanos no Brasil

por — publicado 22/05/2017 00h00,
última modificação 22/05/2017 12h52

Foto por: Embratur

Recife (PE) está entre as cidades que devem receber mais voos vindos dos Estados Unidos

Recife (PE) está entre as cidades que devem receber mais voos vindos dos Estados Unidos

Novos voos previstos até o fim deste ano e visto eletrônico dão mais facilidade para o turista dos Estados Unidos visitar o país

Sete novos voos estão previstos para conectar as cidades brasileiras às estadunidenses. De maio a dezembro de 2017, os aeroportos internacionais de São Paulo, Rio de Janeiro e Recife devem receber voos vindos de Orlando, Dallas e Nova York, somando mais de 25 novas frequências para o Brasil. Os dados são da Análise da Malha Aérea Internacional da Diretoria de Inteligência Competitiva e Promoção Turística da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), preparada mensalmente a partir de informações fornecidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

As linhas aéreas LATAM, Avianca, Azul, American Airlines e Delta fazem as novas rotas, facilitando a chegada dos turistas norte-americanos - mais uma facilidade para a visita ao Brasil, já que a partir do final deste ano, Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão vão utilizar do visto eletrônico para conhecer os destinos turísticos brasileiros.

"Todos esses fatores incentivam a vinda desses visitantes ao Brasil. Queremos que o turista estrangeiro tenha cada vez mais meios e caminhos para chegar ao nosso País e também que o turismo represente o desenvolvimento do País", afirmou o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz.

Outros oito voos estão previstos partindo de Santiago, Bariloche, Buenos Aires, Lisboa e Istambul para Rio de Janeiro, Campinas, São Paulo, João Pessoa, Recife e Natal.

Análise geral
A análise da DIPRO traz ainda um comparativo do quadro geral de voos para o Brasil dos meses de maio de 2017 e 2016 - são contabilizados apenas os voos diretos. Para a América Latina, tivemos em relação a maio de 2016, um pequeno acréscimo de 0,98% nos voos. No continente europeu, o incremento foi de 3,32% e, na África, de mais de 13%.

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