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Embratur defende a redução de impostos em equipamentos do turismo náutico

por — publicado 13/08/2019 00h00,
última modificação 13/08/2019 18h44

Foto por: Divulgação

Representantes do Governo Federal debatem o turismo náutico do Brasil

Representantes do Governo Federal debatem o turismo náutico do Brasil

Em reunião no Ministério da Economia, presidente do Instituto apresenta demandas antigas do setor e pleiteia o incentivo à comercialização de produtos no Brasil

A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) deu, nesta terça-feira (13), um importante passo para incrementar o turismo náutico no Brasil. O presidente e o diretor de Marketing e Relações Públicas do Instituto, Gilson Machado Neto e Osvaldo de Matos Melo Júnior, respectivamente, estiveram com o secretário-executivo da Câmara de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Carlos Roberto Pio da Costa Filho, e apresentaram um pleito antigo do setor: a redução do imposto na compra de barcos no Brasil.

Os representantes da Embratur apresentaram demandas fundamentais para o desenvolvimento do turismo náutico, visando, também, destravar licenças de naufrágios artificiais, construção de píeres e marinas, revisão da legislação que permite importação de veleiros e barcos de recreio e pesca esportiva. De acordo com o presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, este também é um dos segmentos prioritários de promoção turística do Brasil, “segundo recomendações do próprio presidente Jair Bolsonaro”, disse.

“Somos o país número um do mundo em recursos naturais no mundo, temos uma costa com cerca de 8 mil km, água quente e sol o ano todo, além de 9 mil km de margens com água doce. Precisamos nos unir e nos mobilizar, para transformar tudo isso em emprego e renda, de modo a tirar o turismo náutico do ostracismo em que se encontra hoje. Por isso, é de fundamental importância apresentarmos uma demanda antiga do setor aos representantes diretos do Ministério da Economia”, informou Gilson.

Segundo o diretor da Embratur Osvaldo Matos, o setor movimenta estaleiros e produz valor agregado da ordem de 100 bilhões de dólares ao ano. Na área de serviços e marinas, a atividade náutica gera em torno de 3 postos de trabalho por barco acima de 25 pés.

“O setor de turismo náutico movimenta estaleiros, pessoal de bordo (navegação e manutenção) e outros prestadores de serviço, produzindo valor agregado da ordem de 100 bilhões de dólares, além de toda a comunidade local, onde esse tipo de atividade é desenvolvida. A taxa de crescimento gira em torno dos 5% ao ano, um índice considerável. Em função disso, nosso objetivo é propor novos modelos de gestão e negócios na área, unindo conservação e desenvolvimento sustentável”, destacou o diretor Osvaldo.

Além dos representantes da Embratur e do secretário-executivo, o encontro contou com a presença de André Germanos, secretário de Ecoturismo do Ministério do Meio Ambiente; Gentil Venâncio, diretor do Departamento de Fomento e Projetos do Ministério do Meio Ambiente e Fernando Alcaraz, subsecretário de Estratégia Comercial da Câmara de Comércio Exterior.   

Workshop – Em maio deste ano, enquanto secretário do Ecoturismo do Ministério do Meio Ambiente, o presidente Gilson Machado Neto promoveu o 1º Workshop Nacional do Programa de Revitalização do Ecoturismo Náutico Brasileiro. Durante o workshop, de onde saiu um relatório com os principais pontos para o fortalecimento do setor, foram discutidos vários aspectos do segmento de Ecoturismo, com foco no turismo náutico, diagnosticados os gargalos e desenvolvidas estratégias para vencer os desafios e melhorar os serviços e as estruturas utilizadas na atividade no Brasil.

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