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Nota de pesar

Nota de pesar

É com muito pesar que comunicamos o falecimento de uma das pessoas mais queridas do turismo brasileiro, o servidor da Embratur Walter Luiz de Carvalho Ferreira. Waltinho, como era mais conhecido no setor, faleceu nesta terça-feira (28), no Rio de Janeiro. Ele parte deixando-nos muitas lições de amor, amizade, profissionalismo, ética e humanidade. Waltinho ingressou na Embratur como técnico especializado no ano de 1983 e sua contribuição foi principalmente para o crescimento e o fortalecimento do Instituto Brasileiro de Turismo. Ocupou diversos cargos, em diferentes órgãos, e representou, principalmente, o setor turístico brasileiro com muita honra, competência e comprometimento. Na Embratur, Waltinho exerceu funções de chefia de divisão, substituto e assessor da Presidência. No antigo Ministério de Administração Federal e Reforma do Estado, foi diretor e gerente de programas. O último cargo ocupado, cedido desde 2016, foi na Advocacia Geral da União no estado do Rio de Janeiro.   Pedimos conforto para o coração dos familiares e amigos neste momento de dor. Que a luz e o amor divino pairem sobre a alma de quem sofre esta imensurável perda, os console e lhes dê serenidade para atravessar esta tempestade. Muito respeitosamente prestamos as nossas condolências e deixamos os nossos mais sinceros pêsames. O sepultamento ocorrerá hoje, às 16h, no Cemitério Memorial da Ordem do Carmo, Bairro Caju, Rio de Janeiro, Capela nº 04. Teté Bezerra Presidente da Embratur

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O Destino (do) Brasil no Dia Mundial do Turismo

O Destino (do) Brasil no Dia Mundial do Turismo

Quinta-feira, 27 de setembro de 2018. Todos os anos, a data que celebra o Dia Mundial do turismo nos provoca a uma reflexão sobre a real evolução e o tratamento que o setor recebe no Brasil. A cada ano podemos ser otimistas e legitimar o avanço dos números e do consequente impacto positivo que a atividade gera na vida da população de nosso país. Entretanto, devemos ter a altivezde reconhecer que essa curva ascendente está muito aquém de nossas possibilidades.  O Brasil, como destino turístico, tem potencial e motivos para se orgulhar e vislumbrar o desenvolvimento de sua economia por meio do turismo. Segundo o Fórum Econômico Mundial, o Brasil ocupa a primeira colocação no ranking entre os países com maior potencial natural. A conceituada revista "Condé Nast Traveler", dirigida ao turismo de alto padrão, elegeu o Brasil como o país mais bonito do planeta. Sem contar outro fator que pode ser considerado um atrativo turístico - a hospitalidade e alegria do brasileiro. Como referendou a rede de televisão CNN ao eleger o nosso povo como o mais cool do mundo.  Como vimos, já temos o reconhecimento internacional. Falta, por incrível que pareça, que o tema ocupe mais espaço na agenda política e econômica do país e, assim, colocarmos em prática uma política de Estado para o turismo, com continuidade, independentemente de quem serão os próximos governantes em todas as esferas da República.   Neste ano, esse exercício de olhar internamente para a gestão institucional do turismo deve se intensificar, por conta do pleito de outubro. Ao completar a volta de mais um ciclo de quatro anos, vemos mais uma oportunidade de olharmos para uma atividade na qual o Brasil pode se tornar uma potência mundial e promover o desenvolvimento econômico sustentável. O pontapé inicial deve ser dado já nas campanhas eleitorais, com a urgente inclusão do turismo na pauta central dos planos de governo dos candidatos. Os números mundiais do setor atestam essa necessidade de priorização. A contribuição direta do Turismo à economia foi de US$ 8,3 trilhões, 10,4% do Produto Interno Bruto global e um total de 118 milhões de postos de trabalho, entre diretos e indiretos. O potencial de gerar riqueza é tão significativo que nem as recentes crises econômicas, intempéries ou questões como terrorismo afetam seu crescimento. O número de chegadas internacionais no mundo cresceu 6,7%, em 2017. São oito anos seguidos de alta no turismo mundial. Segundo a OMT (Organização Mundial de Turismo), 1,32 bilhão de pessoas viajaram entre duas fronteiras no último ano. Trata-se do mais amplo crescimento desde 2010, quando o aumento foi de 4%.  No Brasil, o turismo representa 7,2% do PIB (Produto Interno Bruto) e estima a geração de 2 milhões de empregos nos próximos quatro anos. A relação entre o avanço tecnológico,que dinamizou o processo de comercialização viagens, e o mercado trabalho é alarmante, mas não afeta o setor de turismo de forma eloquente. Um Estudo do Fórum Econômico Mundial aponta que as revoluções tecnológicas podem ser responsáveis pela extinção de 7 milhões de empregos até 2021. Todavia, segundo o WTTC, nos últimos dez anos, 5 de cada 10 empregos gerados no mundo são oriundos do turismo. Enquanto há escassez de empregos, o setor de serviços cria novos postos de trabalho. O Turismo é uma indústria que gera empregos. Uma atividade com esse viés não pode ser negligenciada. Logo no Brasil, um país vocacionado para o turismo e que, segundo o IBGE, tem aproximadamente 13 milhões de desempregados. Aportes na promoção internacional do Destino Brasil devem ser vistos como investimentos que geram retorno rápido e não custos.  Atrair mais turistas estrangeiros será essencial para atenuar o rombo na balança comercial do turismo. Em 2017, os turistas brasileiros gastaram US$ 19 bilhões nos destinos internacionais, enquanto os estrangeiros injetaram na nossa economia apenas US$ 5,8 bilhões. Um déficit de US$ 13,2 bilhões.   Devemos ter orgulho de nosso potencial, mas ter a visão clara de nossa realidade para aproveitar a janela de oportunidades que se abre.O alento é que temos muito trabalho pela frente e vivemos um momento propicio para mudar o ponto de vista sobre a atividade. Outros países já se atentaram para essa realidade. Portugal, Espanha e, mais recentemente, a Tailândia são bons exemplos. Nações que priorizaram o setor e superaram gargalos, submergiram de crises e alçaram de patamar por meio do turismo.  Atolado em uma crise econômica profunda, Portugal se reergueu ao trabalhar melhor a promoção de seus atrativos turísticos para o mundo.  O turismo foi a fonte da reinvenção do país ibérico. Sem desmerecer o nosso país irmão, imagine o impacto positivo que este setor, se tratado como prioridade, pode gerar no Brasil? Diante de tanto potencial natural e cultural, além de termos o povo mais cordial do planeta. O turismo será a ponte que fará a ligação definitiva entre o Brasil e o desenvolvimento econômico.        A comemoração do Dia Mundial do Turismo coincide com a realização de uma das principais feiras do setor na América Latina - A ABAV Expo 2018, em São Paulo. Lá é possível ver in loco a pujança e robustez desse setor, já que o evento é do segmento das agências de viagens, operadoras e consolidadoras que respondem pela movimentação de 80% das vendas do mercado. A bola da vez é a indústria sem chaminés - o turismo. Com essa viável proposta de mudança de patamar do turismo brasileiro no cenário político e econômico, como um vetor estratégico, teremos cada vez mais motivos para comemorar o Dia Mundial do Turismo no Brasil.   O artigo, assinado pela presidente da Embratur, Teté Bezerra, foi publicado originalmente na Folha de S.Paulo: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2018/09/o-destino-do-brasil-no-dia-mundial-do-turismo.shtml  

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Seminários de Inteligência Competitiva da Embratur na ABAV Expo 2018

A Embratur promoveu, durante a ABAV Expo 2018, em São Paulo, mais uma edição do Seminário de Inteligência Competitiva. As palestras aconteceram nos três dias da principal feira de turismo da América Latina e apresentaram aos operadores de receptivo, profissionais e estudantes as tendências e oportunidades para o mercado internacional.

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