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Desenvolvimento econômico aliado ao bem natural

Desenvolvimento econômico aliado ao bem natural

O turismo brasileiro precisa voltar seu olhar, de forma objetiva, para um de seus principais ativos de competitividade turística - a natureza. O mundo já reconhece esse potencial. Somos o mais rico em ecossistemas o que, segundo o Fórum Econômico Mundial, nos coloca no topo de uma lista de 140 países como o com maior potencial para desenvolver a atividade turística. Como presidente da Embratur, uma de minhas missões será aumentar a visibilidade e a percepção desta realidade no exterior e que a disseminação destes atributos se converta em desenvolvimento econômico e social para o Brasil. O segmento Turismo de Natureza representou 16,6% das viagens a Lazer para o país. Outro trunfo são os parques nacionais. Houve crescimento de 11,5% no número de turistas nas unidades de conservação em 2017. Este ano, são esperados o número recorde de 8,6 milhões de turistas nas áreas protegidas. Neste cenário, o horizonte de possiblidades para o Mato Grosso e toda a região do Pantanal está a perder de vista. Por que não aproveitar todo o potencial do bioma para desenvolver esse nicho da atividade? O turismo, gerido de forma sustentável, pode literalmente mudar a situação econômica de uma região. Os recursos do setor oriundos do exterior transitam pelos diversos setores da economia e o Impacto positivo que atividade gera para a comunidade local é intenso. Tanto com a entrada de divisas, passando pela abertura de novos postos de trabalho, até o incentivo ao empreendedorismo. Esse ciclo virtuoso pode mudar a realidade de uma comunidade. O exemplo de Bonito, no nosso estado vizinho, atesta esse raciocínio. Para tudo isso sair do campo das ideias e ser algo tangível, com viés econômico, é preciso estimular e facilitar a vinda destes turistas internacionais. Por isso, os esforços recentes da Embratur na emissão de visto eletrônico para mercados prioritários deve ser ampliado. A iniciativa já aumentou em 44% os pedidos pelo documento nos Estados Unidos, Austrália, Canadá e Japão no último mês de abril, em comparação com o ano passado. Desenvolver um segmento não quer dizer fechar a porta para os demais. O Turismo de Eventos, por exemplo, pode servir de ponte para o Turismo de Natureza, especialmente no combate à sazonalidade. Exemplo recente aconteceu durante a Copa do Mundo, quando os torcedores estrangeiros que assistiram os jogos em Cuiabá foram responsáveis pelo aumento de 90% na venda de pacotes para o Pantanal. Por que não criar atrativos e diminuir barreiras para incrementar o segmento de turismo de negócios e intensificar esse fluxo o ano inteiro? Em Cuiabá, por exemplo, um participante de um congresso pode chegar em menos de duas horas em destinos como Poconé, Cáceres, Barão de Melgaço e Santo Antonio de Leverger e ter contato com a fauna, observar aves raras e, quem sabe, se deparar com jacarés ou até mesmo uma onça no trajeto da Rodovia Transpantaneira. No meu primeiro dia após a posse na Embratur, iniciamos as tratativas para a realização da FIT Pantanal, importante evento do calendário do Mato Grosso, durante a Abav Expo 2018, no mês de setembro. Além da divulgação do estado para imprensa internacional e operadores de turismo, está previsto um painel sobre o turismo no Pantanal, com a presença de ministros do turismo do Paraguai, Bolívia, além de representantes do governo do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, países e estados que englobam o bioma. O momento para jogar luz sob o tema do turismo no Pantanal será mais que oportuno devido à tramitação em fase final no Congresso Nacional da Lei do Pantanal, que cria mecanismos de proteção ao meio ambiente. O ordenamento é um avanço para a preservação já que a legislação deve ser a mesma para todos envolvidos. Como vimos, há muito trabalho pela frente. Precisamos unir esforços de todas as estâncias do Poder Público para formular uma política de Estado permanente para o turismo. O Mato Grosso tem potencial suficiente para se tornar referência no setor e exemplo de gestão para os demais estados e para o Brasil. Teté Bezerra, presidente da Embratur Artigo publicado originalmente no jornal A Gazeta 

Notícias

Cultura e gastronomia do Brasil em destaque no trade britânico

Cultura e gastronomia do Brasil em destaque no trade britânico

A Embratur participa de mais uma edição do Brazilian Road Show, promovido pela VBRATA, e destacou destinos e produtos turísticos brasileiros Os destinos e os produtos turísticos brasileiros foram apresentados a cerca de 60 agentes de viagens e operadores britânicos. O Brazilian Roadshow foi promovido na última quinta-feira (17) pela VBRATA (Visit Brazil Travel Association), uma entidade privada sem fins lucrativos que congrega o trade turístico do Reino Unido emissivo para o Brasil. A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) apoiou a realização do evento, por meio da participação do Escritório Brasileiro de Turismo de Londres. Promovido em um restaurante de comida brasileira em Brighton, o treinamento buscou compartilhar experiência com itens da cultura do Brasil, por meio da gastronomia e da música popular. “Quanto mais destaque para os nossos atrativos, maior será a chance de aumentar a vinda de turistas ingleses para o Brasil. O nosso objetivo é, principalmente, ampliar o número de agentes de viagens treinados no mercado britânico”, destaca o coordenador-geral de Inteligência Competitiva e Mercadológica do Turismo da Embratur, Alisson Andrade. O roadshow passará, ainda, por Manchester, no dia 24 de maio, e Bristol, dia 5 de junho. Além do Instituto, por meio do EBT, participaram do encontro representantes da Secretaria de Turismo do Ceará, das companhias aéreas TAP, LATAM e da Aviareps (que é a representação da Azul no Reino Unido), e do Hotel Yoo2, do Rio de Janeiro. A apresentação do EBT sobre o Brasil deu destaque para a diversidade da gastronomia. Os participantes tiveram a oportunidade de degustar a culinária típica brasileira, como churrasco, feijoada, caipirinha e guaraná. A gastronomia tem sido uma das fortes motivações de viagens. Por meio do roadshow, que foi tematizado pela gastronomia brasileira, os agentes e operadores participantes puderam vivenciar parte da cultura brasileira. Tendo em vista que somente 10% dos participantes já estiveram no Brasil, foi uma oportunidade de transmitir o sabor e a cultura do para os representantes do trade britânico.        

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Participação do Brasil na FIEXPO LATINOAMERICA 2018

Presidente da Embratur, Teté Bezerra, fala sobre a presença brasileira em uma das mais importantes feiras do Turismo de Negócios e Eventos.

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