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Embratur: aos 51 anos, preparada para a renovação 20/11/2017

Embratur: aos 51 anos, preparada para a renovação

Ao completar 51 anos, no dia 18 de novembro, a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) vive um momento de celebração pelas conquistas dos últimos anos e também de uma arrojada transformação interna. Os números recordes registrados, em 2016, de 6,6 milhões de turistas internacionais e a consequente injeção de US$ 6,2 bilhões na economia retratam a importância da autarquia e dão alento para voos ainda maiores.  Desde o início de sua trajetória, em 1966, o instituto se destacou pela capacidade de se reinventar. Nos primeiros anos de atuação, cuidava do fomento e do controle de uma atividade incipiente, mas sempre de olho no amanhã, acompanhando o desenvolvimento do setor de perto para adaptar-se, como na ocasião da criação do Plano Nacional de Municipalização do Turismo, que originou o Plano de Regionalização do Turismo, até hoje trabalhado pelo governo.  Em 2003, com a criação do Ministério do Turismo, a Embratur voltou seu olhar exclusivamente para a promoção internacional do Brasil. Este reposicionamento foi um marco para a divulgação do turismo brasileiro no exterior. Com os esforços voltados para a promoção e apoio à comercialização do produto turístico brasileiro e com a sólida parceria com os empresários do turismo nacional, que fazem de fato o turismo acontecer na ponta, a autarquia contribuiu decisivamente para o avanço dos números no período, passando de 4,1 milhões para os atuais 6,6 milhões de visitantes estrangeiros.    Este ano, mudanças estruturais estão sendo implementadas no país e a Embratur acompanha esse movimento.  A reforma trabalhista já foi aprovada, depois serão a da previdência e a política. Além dessas reformas macroeconômicas, temos as microeconômicas que, combinadas, vão gerar um novo ambiente que fará com que possamos ter um momento de grande alavancagem no setor.  Em especial, a transformação da Embratur em agência. A legislação que transforma a autarquia em serviço social autônomo está em fase final de tramitação no Congresso Nacional. Como autarquia, estamos engessados, mas como agência, podemos ter mais flexibilidade nas questões que envolvem, por exemplo, contratações de pessoal no exterior. Em um mercado competitivo como o turismo hoje, é preciso um modelo no qual não estejamos dependentes de uma única fonte de recursos - o orçamento da União - para fazer a promoção e atrair mais visitantes.  Estamos presos dentro de uma cláusula orçamentária. Precisamos ser um serviço social autônomo que possa conversar tanto com o setor público quanto com o setor privado. Isso dará musculatura ao orçamento que, em 2017, foi da ordem de US$ 17 milhões. Valores bem abaixo dos mais de US$ 35,5 milhões investidos na Argentina, por exemplo.  Este processo de constante atualização e renovação da Embratur vive mais um capítulo decisivo. Com a aprovação da matéria, que também trata da nova Lei Geral do Turismo e propõe abertura do capital das empresas aéreas para estrangeiros (até 100%, quando hoje há limitação a 20%) será possível ultrapassar a barreira dos 7 milhões e, em 2022, chegar aos 12 milhões de turistas internacionais visitando o Brasil. Já a receita oriunda dos turistas estrangeiros poderá saltar de US$ 6 bilhões, em 2016, para US$ 19 bilhões em cinco anos, além da criação de 6 milhões de novos empregos. Serão dólares, euros, pesos, ienes, libras e outras moedas incrementando o PIB (Produto Interno Bruto) e gerando robustez econômica.   O horizonte de crescimento está a perder de vista. Além das previsões de alta, tais mudanças geram resultados intangíveis tão transformadores quanto os números concretos. A mudança não altera somente o modelo de gestão, mas dá sinais que a forma de se olhar o turismo também evoluiu no país. O foco deve ser redefinir o posicionamento do turismo na política interna do Brasil, como um dos protagonistas no enfretamento de crises e ferramenta importante na retomada econômica. Se tratado como deve ser, um vetor de desenvolvimento econômico, o turismo estampará as principais editorias dos jornais e revistas como Economia e Política e não apenas os cadernos de viagens e destinos.      Ações dessa natureza corroboram e atendem antigos pleitos do empresariado do setor, como a criação, de fato, de uma Política de Estado do Turismo e não apenas, políticas de Governo, descontinuadas. O turismo deve ser uma das pautas da Ordem do Dia do Governo Federal.    Este é o momento de aproveitar a onda positiva que veio com a maré do sucesso dos grandes eventos sediados pelo país nos últimos dez anos, que culminou nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, e colocaram de vez o Brasil no imaginário do turista internacional. Somos, no mundo, o país com maior potencial para o setor e o que menos fez por ele. Com um novo posicionamento neste mercado, que a cada ano atinge um nível mais profissional, o produto turístico brasileiro se tornará mais competitivo e a conversão do potencial em resultados práticos se torna verossímil. Vinícius Lummertz – Presidente da Embratur

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Embratur avalia que aéreas de baixo custo vão aquecer mercado 14/11/2017

Embratur avalia que aéreas de baixo custo vão aquecer mercado

Presidente do Instituto, Vinicius Lummertz, junto ao secretário de Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, participa de ações na França para incrementar o fluxo de turistas ao Brasil O presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Vinicius Lummertz, não tem dúvidas quanto a importância da entrada em cena das empresas aéreas de "low cost" (equivalente em inglês a baixo custo) para alavancar o turismo internacional m direção ao Brasil. Nesta terça-feira (14), em Paris, Lummertz esteve com o secretário de Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, na Embaixada do Brasil na França, para definir detalhes das ações que serão desenvolvidas para alavancar a procura pelo novo voo que a Air-France, em parceria com a KLM e a Gol, colocará à disposição do público a partir de maio de 2018. Serão cinco voos por semana, direto de Paris e Amsterdã para Fortaleza e, dali, distribuindo para várias cidades do Norte e Nordeste, São Paulo e Brasília. O preço de lançamento da passagem até Fortaleza ficará em torno de 600 dólares, bem abaixo dos atuais preços do mercado. "Estamos inaugurando uma nova fase, a do low cost de verdade no Brasil. Teremos voos também de Madri para Recife. Enfim, vamos ter mais concorrência e isso só vai beneficiar o turismo internacional", comentou Lummertz. Ele acredita, ainda, que com a aprovação, pelo Congresso, do projeto que prevê aumento da participação de estrangeiros no capital das aéreas (atualmente é 20%, mas poderá chegar a 100%), o que deve ocorrer ainda este ano, a situação tende a ficar ainda melhor. A Embratur tem feito contatos com outras empresas de baixo custo, em especial europeias, para mostrar o potencial do mercado brasileiro. O secretário Arialdo destacou que, além dos turistas, iniciativas como esta acabam atraindo investidores. Ele destacou que há algumas décadas, quando havia um grande número de ofertas de voos diretos de Lisboa para o Ceará, mais de 1.800 empresas portuguesas se instalaram no estado nordestino. "Como hub, vamos receber turistas da França e de outros países que virão direto, e sem necessidade de conexão em grandes aeroportos do centro do País para depois fazer o visitante retornar a outros destinos do Nordeste, por exemplo. Será um grande ganho para todos", resume o secretário do Ceará. Existem 850 empresas francesas funcionando no Brasil. Muitas delas no ramo da hotelaria. A empresa que mais investe no setor, no Brasil, é a francesa Accor. A França é hoje o país europeu que mais destina turistas ao Brasil. Em 2016, foram quase 264 mil. Ainda assim, o governo brasileiro pretende intensificar ações para aumentar esse fluxo. No encontro desta terça-feira, o presidente Lummertz e o embaixador do Brasil na França, Paulo Campos, analisaram possibilidades como participação em maior número de feiras profissionais envolvendo os dois países, assim como projetos culturais, como a lavagem das escadarias da igreja de Madeleine, um dos pontos turísticos mais visitados da capital francesa. O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, seguirá o roteiro em Paris até a próxima quinta-feira, dia 16, após extensa agenda cumprida em Londres, durante a WTM, uma das maiores feiras de turismo do mundo.  

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Turismo no mundo cresce 6%,aponta a World Travel Monitor 14/11/2017

Turismo no mundo cresce 6%,aponta a World Travel Monitor

Prévia do estudo é apresentada no 25º Fórum do Instituto de Pesquisa IPK Internacional   O IPK Internacional, um dos mais respeitados institutos de pesquisa em turismo no mundo, divulgou, durante o 25º Fórum do Instituto de Pesquisa IPK Internacional, uma amostra do resultado do World Travel Monitor, revelando que houve um aumento de 6% no número de turistas viajando pelo mundo nos oito primeiros meses de 2017. O Fórum ocorreu nesta quinta (9) e sexta-feira (10), em Pisa, na Itália.  Ao apresentar os números, o CEO da consultoria de turismo do IPK International, Rolf Freitag, destacou que, apesar dos diversos ataques terroristas em alguns países, o volume de viagens turísticas ao redor do mundo não foi afetado. Segundo ele, a indústria global de viagens continua em um caminho de crescimento. “O que houve foi uma mudança nos destinos mais seguros em vez de parar de viajar completamente”, explica.  O World Travel Monitor é uma pesquisa anual que monitora o volume de saídas para viagens e o comportamento dos turistas nos principais mercados do mundo, cobrindo mais de 90% da demanda mundial. O resultado final da pesquisa será divulgado na ITB Berlin, em março de 2018.  Em Pisa, o IPK International ainda previu que 2018 será mais um ano com taxas de crescimento ainda mais positivas em relação às viagens de ida e volta ao redor do mundo. As previsões são baseadas no IPK Global Travel Trust Index, que é compilado anualmente com base nas opiniões dos participantes da pesquisa sobre suas intenções de viagem para os próximos 12 meses.  “Esses resultados são muito bons para o Brasil e corrobora os últimos dados da Organização Mundial do Turismo, muito próximos do que o IPK apresentou”, informou o assessor de Gestão Estratégica da Embratur, Rafael Felismino, que participou do Fórum juntamente com o coordenador-geral de Relações Públicas e Assessoria de Imprensa do Instituto, Guilherme Miranda. De acordo com a OMT, a chegada de turistas estrangeiros aos destinos de todo o mundo foide 901 milhões entre janeiro e agosto deste ano, 7% a mais que no mesmo período de 2016.  Já Guilherme Miranda acredita que as tendências e os números trazidos em primeira mão pelo IPK serão cruciais para o desenho das estratégias da Embratur. “E chegaram a tempo de contribuir para o que se delineia para os períodos seguintes, em termos de ações por mercado”.  Na edição 2017 do 25º Fórum do Instituto de Pesquisa IPK Internacional, foram discutidos, ainda, temas como: o recente fenômeno do “overtourism” e hostilidade contra turistas, a potência do mercado emissivo chinês, novas tecnologias e turismo, pesquisa e data base aplicado a marketing.

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Presidente da Embratur participa do evento da Câmara de Comércio Brasil-França

Vinicius Lummertz, presidente da Embratur, participou do grande evento anual da "Chambre de Commerce" Brasil -França, em Paris. Ele ressaltou a importância das relações comerciais entre os dois países e do novo voo Air-France, KLM, Gol que revoluciona como o primeiro voo realmente low cost para o Brasil.

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