Embratur

Notícias

05/12/2017

Embratur firma acordo com ministérios para promover Ecoturismo

Ministérios do Turismo, Meio Ambiente, ICMBio e a Embratur assinam acordo de cooperação para ações conjuntas em favor do turismo ecológico O turismo e a ecologia ganharam destaque nesta semana através de um acordo de cooperação firmado entre os ministérios do Meio Ambiente e do Turismo, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur). Os quatro órgãos buscarão, juntos, a promoção da natureza brasileira aliada ao turismo. A ideia é sensibilizar e proteger os ecossistemas e parques nacionais brasileiros, atrelado ao turismo consciente, ecológico e sustentável. A Embratur será responsável pela promoção internacional dos destinos ligados ao ecoturismo no país, bem como estudará boas práticas, que podem ser aplicadas no Brasil, em países estrangeiros. O presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, explica que “como acontece mundo afora, os parques nacionais e unidades de conservação, com apoio do turismo sustentável, ajudam a ampliar a preservação das riquezas naturais”. Lummertz reforça ainda que “ apoiar o ecoturismo trata-se de um posicionamento mundial muito importante, pois somos o país com maior potencial do mundo em atrativos naturais para o turismo”. O instituto de inteligência comercial Euromonitor International aponta que número de turistas nas unidades de conservação federais crescerá 11,5% em 2017. O documento estima ainda que, em 2018, o país alcance o número recorde de 8,6 milhões de turistas nos parques nacionais. O Brasil também foi eleito pela revista turística internacional Conde Nast Traveller como o país mais lindo do mundo em belezas naturais. Para o presidente da Embratur, as concessões dos parques nacionais possibilitam a melhoria na infraestrutura e nos serviços prestados e fazem com que o Brasil seja mais competitivo e corresponda à expectativa criada a partir dessas eleições. Atualmente, são 324 unidades de conservação que abrangem 9% do território nacional. Dessas, 72 são Parques Nacionais, localizados em todas as unidades da federação, totalizando cerca de 26 milhões de hectares. Desse total, quatro já têm contratos de concessão estabelecidos: Foz do Iguaçu (PR), Tijuca (RJ), Fernando de Noronha (PE) e Serra dos Órgãos (RJ).

Notícias

04/12/2017

Presidente da Embratur destaca novo momento de crescimento de navios de cruzeiro

No lançamento de livro sobre o tema em Balneário Camboriú (SC), Vinicius Lummertz diz que o setor já injeta R$ 2 bilhões na economia O movimento com passageiros de transatlânticos injetou R$ 1,9 bilhão na economia brasileira no ano passado. Mas o presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Vinicius Lummertz, acha que é possível se alcançar melhores resultados, em um curto espaço de tempo. “ Podemos multiplicar isso infinitamente nos próximos anos pelo potencial dos nossos mais de 7 mil quilômetros de litoral”, afirmou Lummertz no lançamento do livro ‘Cruzeiros Marítimos – Surpresas, Descobertas e Riquezas Culturais’, do jornalista catarinense Moacir Pereira, no sábado (02/12) em Balneário Camboriú (SC). A cidade foi escolhida para o lançamento porque nesta temporada passou a ser incluída no roteiro internacional de navios de cruzeiro, com 20 paradas previstas até março, trazendo à região 81 mil passageiros e tripulantes, injetando cerca de R$ 45 milhões na economia local. Neste momento, o Ministério do Turismo investe cerca de R$ 18 milhões em parceria com o Governo do Estado e da prefeitura na construção do Centro de Eventos de Balneário Camboriú, cidade que também deverá receber recursos do BNDES para reestruturação da orla. Citando o cenário cinematográfico do Atracadouro Barra Sul, do Grupo Tedesco, o presidente da Embratur lembrou que “não existe além do agronegócio nenhum campo econômico que apresente tantas possibilidades para o Brasil como as belezas turísticas do nosso país, que fizeram uma das principais revistas especializadas do planeta, a Condé Nast Traveller, eleger o Brasil como o país mais lindo do mundo, e a CNN a nos apontar como o mais legal do mundo”. Ao mesmo tempo, disse Lummertz, “o Fórum Econômico Mundial nos aponta como o primeiro lugar em potencial turístico, mas infelizmente ocupamos o 137º lugar entre 140 nações como um dos piores para realização de negócios turísticos no mundo”. Para Lummertz, “o Brasil e Santa Catarina precisam aprender com as lições que vêm sendo oferecidas por Balneário Camboriú, que se transforma num dos grandes centros turísticos internacionais, graças a empreendedores como Júlio Tedesco, que investe na marina, no atracadouro, no parque Unipraias, e ao poder público municipal, sob a liderança do prefeito Fabrício Oliveira, que hoje faz a gestão da própria orla, busca recursos no BNDES e cria milhares de empregos e renda para toda esta região”. Lummertz informou ainda que nesta temporada o Brasil terá apenas sete navios de cruzeiro na sua costa, mas que no ano que vem este número poderá duplicar e “quem sabe rapidamente ultrapassaremos 2011, quando tivemos 20 transatlânticos percorrendo nosso litoral”. Autor do prefácio do livro do jornalista Moacir Pereira, o presidente da Embratur anunciou que a obra será lançada nacionalmente em outros pontos turísticos do país. No seu agradecimento, o autor catarinense lembrou que “nosso estado entrou definitivamente no roteiro mundial do turismo e graças ao Grupo Tedesco é hoje vitrine internacional para o Brasil”. O prefeito Fabrício Oliveira também se referiu ao trabalho realizado pelo empresário Júlio Tedesco, “que soube empreender utilizando o que temos de mais valioso que é este cenário de cinema, gerando apenas na marina mais de 500 empregos e fazendo do Parque Unipraias uma verdadeira escola de educação ambiental”. Lembrou que a cidade agora está trazendo uma roda gigante idêntica à de Londres, na Inglaterra, que a orla será totalmente reestruturada, com apoio de recursos do BNDES, e até o ano que vem deverá ser inaugurado o Centro de Eventos com o apoio do Governo Federal.     

Artigo

06/12/2017

Diretor confundido

Wagner Moura foi cru e honesto. Assumiu o lado da esquerda e a pretensão de criar um Che Guevara brasileiro, com 60 anos de atraso ‘Meu filme não será imparcial, e é preciso partir para o ataque”. O título na capa do Segundo Caderno do GLOBO de 1º de dezembro resume a saga do ator e diretor Wagner Moura ao iniciar o longa “Marighella”. Antes de tudo, esclareço ser admirador de seu talento. Ele é ponta de lança de um seleto grupo de atores e diretores — como Alice Braga e Rodrigo Santoro — que mostram uma jovem e talentosa face do Brasil. Faz parte de uma geração brilhante que, ao lado de artistas plásticos como Vik Muniz, Varejão, Milhazes, Cobra e Gêmeos, compõe o soft power do Brasil diante do mundo. Ao se posicionar de forma parcial na abordagem do seu filme, Moura foi cru e honesto. Assumiu o lado da esquerda e a pretensão de criar um Che Guevara brasileiro, com 60 anos de atraso. O diretor não esconde a sua irritação diante das injustiças e da iniquidade do país — um dos mais ricos e injustos do mundo. Mas seus diagnósticos e prognósticos são datados. O Brasil é um país improvável e atrasado. É um país que se arrasta na estrada da história. Foi o último a tornar-se independente nas Américas. A libertação dos escravos teve episódios cínicos como a Lei dos Sexagenários e a do Ventre Livre. A Proclamação da República foi um golpe arquitetado por dois generais do próprio exército do imperador. O período modernizante foi a ditadura de Vargas. Não passou por uma guerra de secessão como os Estados Unidos, que produziria o “consenso americano”. Não temos uma ideia. O diretor tem sua forma de interpretar o mundo, que é a soma de suas experiências e percepções. Tenho 57 anos. Busquei na juventude algumas respostas; vivi uma experiência socialista num kibutz, vi o desejo dos filhos do socialismo desejarem o mundo capitalista. Andei pelos países da Cortina de Ferro, conheci a União Soviética. Morando em Hong Kong, fui à China comunista ainda fechada. Por que, na prática, o socialismo não funciona? Porque os seres humanos têm desejos e ligam seus sacrifícios aos seus desejos, retornos individuais e aos seus bem-amados. Vi o início do thatcherismo na Grã-Bretanha, que deu certo. Vivi na França a chegada de Mitterand e vi seu projeto socializante ruir em um ano. Por isso, eu falo honestamente ao diretor: “Usted se equivocó”, como no título da obra-prima de Ibrahim Ferrer, o “compositor confundido” reavivado por Ry Cooder em “Buena Vista Social Club”. Moura diz que seu filme é peça de resistência de uma esquerda acuada, que precisa partir para o ataque. Depois emenda: “Falar daquela época é falar de agora”. Falar de agora não seria falar de 13 anos de gestão do PT que deram errado? Marighella tinha boas intenções? “It’s possible ”, como responderia o sábio Dalai Lama. Ortega Y Gasset disse, “el hombre es el hombre y sus circunstâncias”. Nas circunstâncias atuais, o Brasil precisa de menos ideologia e mais educação, trabalho, capitalismo e progresso pela inovação. Talvez um chopinho com Fernando Gabeira — sempre adiante do seu tempo e que participou do sequestro do embaixador americano — o fizesse mudar de ideia. Precisamos de uma nova esquerda. A velha esquerda e a velha direita latina fazem uma coisa: se reproduzirem uma a outra. Fazer um filme equilibrado seria a contribuição mais elucidativa e inteligente contra as divisões do país. Seria também da parte do nosso ator mais brilhante uma prova, perante o mundo, de que temos não só uma geração comprometida e pensante, mas também atualizada. Seria sair do loop do atraso. Artigo do presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, publicado originalmente no jornal O Globo. 

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Embratur tem oportunidade de modernização com aprovação do PL 2724/2015

O apoio dos parlamentares, agentes públicos e empresários dos 52 segmentos da cadeia do turismo brasileiro é determinante para a provação do PL 2724, que entre outras inovações, transforma a Embratur em agência e permite a abertura em 100% do capital das companhias aéreas, além de alterar mais de 130 artigos da Lei Geral do Turismo. No vídeo, o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, explica em detalhes os pontos cruciais para a evolução do Turismo no país e como a nova estrutura da Embratur poderá ampliar as possibilidades do Brasil frente aos demais destinos concorrentes, nas Américas e no Mundo.

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