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Governo estuda forma de regularizar sites e aplicativos de hospedagem 17/08/2015

Governo estuda forma de regularizar sites e aplicativos de hospedagem

Governo estuda forma de regularizar sites e aplicativos de hospedagemApós a Copa do Brasil, negócio começou a ganhar adeptos e já são mais de 40 mil anúncios. Governo está de olho no mercado para cobrar impostos.A mania veio com a Copa do Mundo, e depois da Copa, os turistas então descobriram os sites e aplicativos que oferecem hospedagem mais barata, na casa das pessoas. Já são mais de 40 mil anúncios na internet.O negócio deu tão certo que o governo está de olho nesse mercado para cobrar impostos. Tem gente que tem voltado para a casa dos pais, para alugar o apartamento em sites e aplicativos e assim ganhar uma renda extra.Esse tipo de hospedagem, já bem comum em outros países, é uma opção, muitas vezes mais barata, e até mais confortável que ficar no hotel. E quem aluga, recebe o dinheiro sem descontos porque não paga impostos.Maria precisava de um lugar para passar duas noites. Dormir, guardar o computador. Maria mora em Cuiabá, mas todo mês vai a Brasília, onde está terminando um doutorado. Encontrou um espaço ideal em um site que aluga imóveis e quartos. E não teve que gastar com hotel. “Eu ia gastar o dobro, no mínimo. No mais barato”, conta.A dona do apartamento, que alugou o quarto para a Maria, também é estudante. Gabriela dividia as despesas com a irmã, que saiu de casa no mês passado. O quarto ficou vazio, e ela decidiu alugar o espaço por temporada. Até agora está dando tudo certo. “Eu conheço novas pessoas, tem troca de experiência e uma renda extra faz bem para todo mundo, né”, diz a estudante Gabriela Schafer.Esse tipo de site ou aplicativo de hospedagem compartilhada já era muito conhecido em outros países. Depois da Copa do Brasil, começou a ganhar adeptos por aqui também. Principalmente em cidades turísticas.Quem quer alugar anuncia o imóvel ou quarto no site, as condições, define o preço e paga uma taxa pequena, em torno de 3% do valor do aluguel para a empresa, que ajuda a identificar quem é o candidato, exige informações para dar mais segurança ao contrato. A pessoa pode alugar uma casa inteira, um quarto ou só uma cama.A Danielle Salles tem um flat todo arrumadinho e diz que passou um tempão anunciando em jornais e imobiliárias. Como não estava dando certo, colocou o apartamento em um site de hospedagem compartilhada. “Fiz o meu cadastro e tudo, uma semana depois já teve procura. Assim, imediato, impressionante. Pelo menos todo final de semana está alugado”, diz a dentista.É um tipo de hospedagem alternativa. Tem sido procurada, principalmente, por quem quer gastar menos, fugir das diárias de hotel, ou simplesmente ficar em um ambiente mais familiar. Só um desses sites tem 45 mil anúncios em mais de 600 cidades aqui no Brasil. O negócio está crescendo tanto que já começou a incomodar os hotéis.Representantes de hotéis procuraram a Embratur para reclamar da concorrência que consideram injusta. Dizem que pagam até 20% do faturamento em impostos. O governo diz que está estudando uma forma de regularizar e cobrar alguma taxa ou imposto das novas empresas.“Evidente que quando esse setor não é taxado, não paga imposto, o setor que é taxado reage. E é justo. É justo que se equalize para que a competição se restabeleça”, diz o presidente da Embratur, Vinícius Lumertz.O presidente do Instituto de Direito Digital, Frederico Ceroy, acha importante que esse novo tipo de negócio, ligado à tecnologia, tenha leis claras e pague impostos. “Como é que nós vamos aplicar o direito do consumidor, por exemplo, como é que os Procons vão atuar em relação a essas empresas. É uma área nebulosa ainda, por falta de regulamentação e por falta de entendimento do estado brasileiro”, explica.Como não existe regulamentação, é fundamental pesquisar bastante, buscar referências, ler comentários de quem já alugou o quarto ou imóvel. Como nos sites de hotéis, nem tudo o que a gente vê nas fotos, nos aplicativos de hospedagem, corresponde à realidade.Assista à matéria: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2015/08/governo-estuda-forma-de-regularizar-sites-e-aplicativos-de-hospedagem.html

Artigos

8.000 km de litoral para desfrutar de vitamina D direto na fonte 25/08/2015

8.000 km de litoral para desfrutar de vitamina D direto na fonte

País que tem um litoral com mais de 8.000 quilômetros de extensão, o Brasil oferece inúmeras e diferentes praias como destino de verão. Localizada na ilha de Fernando de Noronha, no nordeste brasileiro, a Baia do Sancho foi eleita neste ano a melhor praia do mundo pela segunda vez consecutiva, conforme a edição de 2015 do Traveler´s Choice. Com uma faixa de areia que divide as águas cristalinas com as diferentes tonalidades das imponentes falésias, recobertas pela vegetação, é um ótimo local para mergulho livre, mas também para curtir o sol e o mar ou apenas relaxar.Oficialmente, o verão brasileiro começa no final de dezembro, quando os países do hemisfério norte passam por rigorosos invernos, mas o sol está presente durante todo o ano no nosso litoral. Além das belas paisagens, com direito a bons pratos da gastronomia local, que muda de acordo com a cidade em que o turista estiver, será possível conhecer uma cultura diversificada e, principalmente, desfrutar de vitamina D direto na fonte. Vitamina importante para fortalecer os ossos, proteger o coração, controlar o diabetes, além de prevenir e ajudar no tratamento de diversas doenças.De norte a sul do País, o estrangeiro poderá se encantar com cidades, praias, paisagens e cenários que fogem do convencional. Ainda em Fernando de Noronha, um exemplo de como o turismo pode, de maneira sustentável, contribuir para o desenvolvimento econômico e social da população local, há a Baia dos Porcos. São apenas 100 metros de extensão, com uma faixa de areia que desaparece na maré alta e vale cada uma das escorregadias pedras do caminho, com direito a piscinas naturais diante do Morro Dois Irmãos. Com máscara e snorkel, você poderá ver animais nadando.No Rio Grande do Norte, entre o litoral norte e sul, os turistas têm as praias de São Miguel do Gostoso, refúgio de muitos estrangeiros e brasileiros praticantes do kitesurfe e do windsurfe, passando pelas dunas de Genipabu _local para prática do esquibunda, também conhecido como sandboard ou passeios de camelos ou de buggy_ até Pipa, que  tem, além de paisagens incríveis, áreas para observação de tartarugas marinhas e  de golfinhos. Há ainda a possibilidade de caminhadas por trechos da mata atlântica, vegetação nativa do Brasil ainda preservada.  Em Alagoas, na cidade de Porto de Pedra, o turista poderá conhecer outro interessante destino do Nordeste brasileiro, a Praia do Patacho, lugar quase deserto e sossegado para tomar um banho despreocupado num mar calmo e raso durante a maré baixa. Um pouco mais ao sul, na Bahia, a Praia do Espelho, em Trancoso, é deslumbrante, com um mar transparente com tonalidades que variam do verde ao azul piscina cristalino, tão claro que inspirou o nome da praia. Aqui o turista poderá entrar na brincadeira da maré, que revela e esconde inúmeros corais em frente as altas falésias.No sul do Brasil, em Santa Catarina, local muito procurado para a prática do surf, Lagoinha do Leste é uma praia a ser descoberta em Florianópolis, assim como a gastronomia local. Um pouco mais ao norte, no litoral de São Paulo, num passeio pela praia de Maresias, o turista com um pouco de sorte pode esbarrar na rua com Gabriel Medida, primeiro brasileiro a ganhar o título de campeão mundial do surfe. E à noite, há muitas opções de baladas, bares e casas noturnas.A última pesquisa realizada pelo Ministério do Turismo mostra que 65,9% dos turistas estrangeiros que vem ao Brasil a lazer buscam o segmento Sol e Praia. Neste sentido, o País tem apostado ainda nos chamados beach clubs, e que tem conquistado os visitantes que passam o verão no litoral brasileiro. Inspirado em modelos europeus de baladas à beira-mar, normalmente montado em estruturas de madeira, esses clubes de praia são opções para quem deseja um ambiente exclusivo, mimos gastronômicos e público selecionado.Florianópolis é uma das cidades pioneiras na oferta desses ambientes – são pelo menos dez na região litorânea, de acordo com a Secretaria de Turismo do município. A presença desses estabelecimentos é um impulso para a economia do turismo. O espaço reúne o que boa parte dos turistas almeja: um lindo cenário, uma praia paradisíaca, bangalôs, drinks gelados, pratos preparados por chefs e música ao vivo.Mas o verão no Brasil tem ainda o Rio de Janeiro, com as praias de Copacabana e Ipanema, entre outras, que recebem mais de 3 milhões de pessoas por temporada. Se sol e praia são obrigatórios, um passeio ao Cristo Redentor, ao Pão de Açúcar ou aos diversos museus que a cidade tem pode completar o dia, ao som de samba ou da bossa nova, uma boa caipirinha acompanhada de uma comida local. E temos ainda Angra dos Reis, Búzios, Cabo Frio, Lagoa Rodrigo de Freitas, Jardim Botânico, Maracanã (palco de duas finais de Copa do Mundo de Futebol) e as escolas de samba.Vinícius Lummertz, presidente da EmbraturArtigo publicado originalmente no Huffington Post. Confira: http://www.huffingtonpost.co.uk/vinicius-lummertz/brazil-travel_b_8036108.html 

Notícias

Presstrip divulga Bahia e Rio de Janeiro no mercado norte-americano 26/08/2015

Presstrip divulga Bahia e Rio de Janeiro no mercado norte-americano

Com apoio da Embratur, USTOA enviou a blogueira Kelley Ferro para gravar cinco programas sobre os destinos brasileirosJá dizia Toquinho, “é bom passar uma tarde em Itapuã, ao sol que arde em Itapuã, ouvindo o mar de Itapuã”. E foi exatamente assim que o presstrip organizado pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) e a Associação dos Operadores de Turismo dos Estados Unidos (Ustoa) começou em Salvador, na Bahia. A blogueira Kelley Ferro, do programa Living Like a Local, e o fotojornalista Colin Roohan, da revista Afar, ambos dos Estados Unidos, conheceram um pouco da diversidade que o Brasil tem a oferecer em destinos como a Bahia e o Rio de Janeiro por meio do projeto Travel Together, que visa promover o País por meio de vídeos de experiências divulgados para 6,5 milhões de pessoas que viajam por meio dos operadores de turismo credenciados à USTOA. Kelley Ferro é expert em viagens, vídeo jornalista e colaboradora do site Tripfilms.com. Já a Afar, revista focada em viagens de experiência conta com “Embaixadores” - formadores de opinião do setor de turismo - e fotógrafos como Colin Roohan que trabalham compartilhando sua visão durante viagens de experiência. Além de Salvador, o roteiro incluiu a Chapada Diamantina e a capital carioca. “Eu amei conhecer mais sobre o Brasil, sua alegria e suas danças. Ainda estou triste por ter que ir embora, queria ficar para sempre”, disse Ferro. O grupo vivenciou experiências além do city tour convencional. Desbravaram as grutas, cavernas e cachoeiras da Chapada Diamantina, exploraram a arte da capoeira, a vida noturna do samba e a gastronomia de cada local. Entre acarajés, vatapás, feijoada, cocada, rodízio de churrasco, pão de queijo, tapioca e guaraná, a caipirinha ganhou o coração do fotojornalista Roohan. “Isso é o Brasil em um copo. Uma bebida deliciosa”, declarou. Segundo o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz, essa promoção diferenciada é o grande objetivo de ações como essa. “Quando atuamos junto com o mercado temos a possibilidade de mostrar que o Brasil é muito mais do que sol e praia, que temos uma cultura centenária incrível e que está pronta para encantar todos os nossos visitantes”, disse. Mercado Norte-Americano - Os EUA é o 2º maior emissor de turistas ao Brasil. Em 2014, 656 mil turistas americanos visitaram o País. Atualmente, existem 256 freqüências semanais diretas, ligando 12 cidades dos Estados Unidos a 7 aeroportos em 6 cidades brasileiras, mostrando uma tendência de crescimento e expansão das regiões conectadas nesses países. Somente a USTOA tem mais de 850 membros, incluindo os grandes operadores de turismo do mercado norte-americano, cias aéreas, locadoras de carros, empresas de cruzeiros, grupos hoteleiros, escritórios de turismo, entre outros. A associação foi fundada em 1972 por um pequeno grupo de operadores turísticos da Califórnia e em 1975 se tornou uma organização nacional.  
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