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Brasil e Índia em busca do alimento do fluxo bilateral de turistas 31/03/2017

Brasil e Índia em busca do alimento do fluxo bilateral de turistas

Em uma parceria com a Embaixada do Brasil em Nova Déli, Instituto promove o turismo brasileiro por meio do intercâmbio cultural  O Carnaval é uma das datas mais importantes para o turismo no Brasil. A folia movimenta a economia, gera empregos e atrai visitantes do mundo inteiro que querem curtir a alegria dos blocos de rua, dos trios elétricos e dos desfiles das escolas de samba. Do outro lado do mundo, na Índia, o festival das Cores de Nova Deli é celebrado por milhares de pessoas que jogam água e pó colorido uns aos outros para festejar a chegada da primavera. O Holi acontece todos os anos e também atrai turistas do mundo todo.  As duas festas ocorrem entre o final de fevereiro e o início de março e são marcadas pela irreverência nas ruas, pela dança e pela música. Com o objetivo de promover a aproximação cultural entre os dois países e incentivar o turismo, o Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) apoiou uma iniciativa da Embaixada do Brasil na Índia em trazer a fotógrafa indiana, Natasha Hemrajani, para registrar o carnaval no Brasil e levar o fotógrafo brasileiro, Ailton Silva, para registrar o festival das Cores na Índia.  O Embaixador do Brasil na Índia, Tovar Nunes da Silva, explica que o projeto cultural tem impactos positivos para o turismo bilateral e avaliou ser muito importante para o setor divulgar a beleza das mais tradicionais festas dos dois países. “O Holi - Carnaval presta uma homenagem e celebra essas duas vibrantes democracias, aproximando Brasil - Índia e seus povos”, esclareceu. A ação contou com o apoio logístico da Embratur, que também ajudou a organizar os roteiros pelas cidades do carnaval, além do suporte da Empetur, no Estado de Pernambuco e da Riotur, no Rio de Janeiro.   A viagem permitiu à Natasha Hemrajani conhecer uma parte histórica e cultural de Recife e Olinda, além de registrar a alegria e as coreografias nos blocos de rua. “Os ritmos afro-brasileiros são únicos, nós somos contagiados com uma espécie de energia intensa e espontânea que não pode ser ensinada ou replicada em qualquer escola oficial de dança. É emocionante, tem que estar lá para sentir toda essa vibração”, disse Natasha.   No Rio de Janeiro, a fotógrafa visitou os pontos mais famosos da Cidade Maravilhosa, como o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor e as praias do Leblon, Ipanema e Copacabana. Natasha ainda acompanhou por duas noites os desfiles das escolas de samba no sambódromo. “Esta foi uma experiência que é impossível de descrever, especialmente quando você tem a sorte de estar na área de imprensa, no nível do solo, perto o suficiente para tocar os dançarinos. As fantasias são  muito bonitas e exuberantes com penas, glitter, brilho. Foi incrível”, comentou a fotógrafa.  Para o presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, é preciso aproveitar a força da cultura brasileira para atrair novos visitantes.  “O carnaval do Brasil é conhecido mundialmente por sua beleza, encantamento e alegria. O que nós queremos por meio de projetos como esse é conquistar turistas de novos mercados como os dos países que compõe o grupo Brics. É importante estreitar laços, pensar em novas rotas aéreas de longa distância, criar produtos específicos e aumentar a divulgação do Brasil nesses países”, afirmou Lummertz.  Os resultados das experiências do fotógrafo brasileiro, que visitou as cidades de Mathura e Vrindavan, em Uttar Pradesh, estado mais populoso da Índia e local central das celebrações do Festival Holi, e da fotógrafa indiana poderão ser vistos em uma exposição que será realizada na Embaixada do Brasil em Nova Déli, ainda este ano. Está prevista ainda a publicação de um livro com todas as fotos das residências artísticas.  Desde 2012, os governos do Brasil e Índia buscam reforçar a cooperação bilateral no turismo. Entre os objetivos estão a ampliação da malha aérea e a possibilidade de troca de experiências em projetos bem sucedidos nos dois países.

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Culinária brasileira é destaque na imprensa chinesa 31/03/2017

Culinária brasileira é destaque na imprensa chinesa

A diversidade das comidas típicas das cinco regiões do Brasil ganhou as páginas de uma importante revista nesse mês de março  A partir de uma parceria do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) com a Embaixada do Brasil em Cantão, no sul da China, a revista China Food Magazine fez uma reportagem de onze páginas falando sobre as peculiaridades e delícias da cozinha brasileira. A publicação especializada em divulgar roteiros gastronômicos do mundo inteiro explicou porque é difícil o turista chinês não se apaixonar pela fartura de alimentos, receitas criativas e variedade de temperos brasileiros. “Cada região do país tem sua peculiaridade, devido as diferenças de clima, relevo, tipo de solo, vegetação e povos. Por isso, é muito difícil estabelecer apenas um prato típico brasileiro, diz a matéria.  Com curadoria de conteúdo da Embratur, a reportagem explica que o Brasil é um país marcado pela miscigenação e que por isso, a culinária brasileira é resultante de uma grande mistura de tradições, ingredientes e alimentos que foram introduzidos não só pela população nativa indígena, mas também pelos imigrantes.  Para Tufi Michreff, presidente substituto do Instituto, ações como essa são estratégicas para ampliar a vinda de visitantes chineses ao Brasil, além de atrair recursos e investimentos no setor de turismo. Só no ano passado, desembarcaram 55 mil turistas chineses aqui. “Nós precisamos aproveitar esse mercado potente que é a China. O chinês é um turista que gosta viagens que incluam roteiros de ecoturismo, turismo de aventura e gastronomia. O Brasil possui todas essas opções, por isso, vamos explorar esses atributos e oferecer cada vez mais opções para que eles sintam-se atraídos em conhecer o Brasil , declarou.  Dados do Ministério do Turismo mostram que a China é hoje o terceiro país do mundo que mais gasta com o turismo no exterior - na faixa dos U$$ 55 bilhões. De olho neste mercado, mais de 300 agências de turismo brasileiras já são credenciadas pelo Governo para receber grupos de turistas chineses no Brasil. O cadastramento é resultado de uma negociação entre os governos brasileiro e chinês para ampliar o número desses turistas no Brasil e ampliar o turismo de negócios e lazer, potencializando a atração de investimentos estrangeiros no país.

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