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Turismo no mundo cresce 6%,aponta a World Travel Monitor 14/11/2017

Turismo no mundo cresce 6%,aponta a World Travel Monitor

Prévia do estudo é apresentada no 25º Fórum do Instituto de Pesquisa IPK Internacional   O IPK Internacional, um dos mais respeitados institutos de pesquisa em turismo no mundo, divulgou, durante o 25º Fórum do Instituto de Pesquisa IPK Internacional, uma amostra do resultado do World Travel Monitor, revelando que houve um aumento de 6% no número de turistas viajando pelo mundo nos oito primeiros meses de 2017. O Fórum ocorreu nesta quinta (9) e sexta-feira (10), em Pisa, na Itália.  Ao apresentar os números, o CEO da consultoria de turismo do IPK International, Rolf Freitag, destacou que, apesar dos diversos ataques terroristas em alguns países, o volume de viagens turísticas ao redor do mundo não foi afetado. Segundo ele, a indústria global de viagens continua em um caminho de crescimento. “O que houve foi uma mudança nos destinos mais seguros em vez de parar de viajar completamente”, explica.  O World Travel Monitor é uma pesquisa anual que monitora o volume de saídas para viagens e o comportamento dos turistas nos principais mercados do mundo, cobrindo mais de 90% da demanda mundial. O resultado final da pesquisa será divulgado na ITB Berlin, em março de 2018.  Em Pisa, o IPK International ainda previu que 2018 será mais um ano com taxas de crescimento ainda mais positivas em relação às viagens de ida e volta ao redor do mundo. As previsões são baseadas no IPK Global Travel Trust Index, que é compilado anualmente com base nas opiniões dos participantes da pesquisa sobre suas intenções de viagem para os próximos 12 meses.  “Esses resultados são muito bons para o Brasil e corrobora os últimos dados da Organização Mundial do Turismo, muito próximos do que o IPK apresentou”, informou o assessor de Gestão Estratégica da Embratur, Rafael Felismino, que participou do Fórum juntamente com o coordenador-geral de Relações Públicas e Assessoria de Imprensa do Instituto, Guilherme Miranda. De acordo com a OMT, a chegada de turistas estrangeiros aos destinos de todo o mundo foide 901 milhões entre janeiro e agosto deste ano, 7% a mais que no mesmo período de 2016.  Já Guilherme Miranda acredita que as tendências e os números trazidos em primeira mão pelo IPK serão cruciais para o desenho das estratégias da Embratur. “E chegaram a tempo de contribuir para o que se delineia para os períodos seguintes, em termos de ações por mercado”.  Na edição 2017 do 25º Fórum do Instituto de Pesquisa IPK Internacional, foram discutidos, ainda, temas como: o recente fenômeno do “overtourism” e hostilidade contra turistas, a potência do mercado emissivo chinês, novas tecnologias e turismo, pesquisa e data base aplicado a marketing.

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Embratur: aos 51 anos, preparada para a renovação 20/11/2017

Embratur: aos 51 anos, preparada para a renovação

Ao completar 51 anos, no dia 18 de novembro, a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) vive um momento de celebração pelas conquistas dos últimos anos e também de uma arrojada transformação interna. Os números recordes registrados, em 2016, de 6,6 milhões de turistas internacionais e a consequente injeção de US$ 6,2 bilhões na economia retratam a importância da autarquia e dão alento para voos ainda maiores.  Desde o início de sua trajetória, em 1966, o instituto se destacou pela capacidade de se reinventar. Nos primeiros anos de atuação, cuidava do fomento e do controle de uma atividade incipiente, mas sempre de olho no amanhã, acompanhando o desenvolvimento do setor de perto para adaptar-se, como na ocasião da criação do Plano Nacional de Municipalização do Turismo, que originou o Plano de Regionalização do Turismo, até hoje trabalhado pelo governo.  Em 2003, com a criação do Ministério do Turismo, a Embratur voltou seu olhar exclusivamente para a promoção internacional do Brasil. Este reposicionamento foi um marco para a divulgação do turismo brasileiro no exterior. Com os esforços voltados para a promoção e apoio à comercialização do produto turístico brasileiro e com a sólida parceria com os empresários do turismo nacional, que fazem de fato o turismo acontecer na ponta, a autarquia contribuiu decisivamente para o avanço dos números no período, passando de 4,1 milhões para os atuais 6,6 milhões de visitantes estrangeiros.    Este ano, mudanças estruturais estão sendo implementadas no país e a Embratur acompanha esse movimento.  A reforma trabalhista já foi aprovada, depois serão a da previdência e a política. Além dessas reformas macroeconômicas, temos as microeconômicas que, combinadas, vão gerar um novo ambiente que fará com que possamos ter um momento de grande alavancagem no setor.  Em especial, a transformação da Embratur em agência. A legislação que transforma a autarquia em serviço social autônomo está em fase final de tramitação no Congresso Nacional. Como autarquia, estamos engessados, mas como agência, podemos ter mais flexibilidade nas questões que envolvem, por exemplo, contratações de pessoal no exterior. Em um mercado competitivo como o turismo hoje, é preciso um modelo no qual não estejamos dependentes de uma única fonte de recursos - o orçamento da União - para fazer a promoção e atrair mais visitantes.  Estamos presos dentro de uma cláusula orçamentária. Precisamos ser um serviço social autônomo que possa conversar tanto com o setor público quanto com o setor privado. Isso dará musculatura ao orçamento que, em 2017, foi da ordem de US$ 17 milhões. Valores bem abaixo dos mais de US$ 35,5 milhões investidos na Argentina, por exemplo.  Este processo de constante atualização e renovação da Embratur vive mais um capítulo decisivo. Com a aprovação da matéria, que também trata da nova Lei Geral do Turismo e propõe abertura do capital das empresas aéreas para estrangeiros (até 100%, quando hoje há limitação a 20%) será possível ultrapassar a barreira dos 7 milhões e, em 2022, chegar aos 12 milhões de turistas internacionais visitando o Brasil. Já a receita oriunda dos turistas estrangeiros poderá saltar de US$ 6 bilhões, em 2016, para US$ 19 bilhões em cinco anos, além da criação de 6 milhões de novos empregos. Serão dólares, euros, pesos, ienes, libras e outras moedas incrementando o PIB (Produto Interno Bruto) e gerando robustez econômica.   O horizonte de crescimento está a perder de vista. Além das previsões de alta, tais mudanças geram resultados intangíveis tão transformadores quanto os números concretos. A mudança não altera somente o modelo de gestão, mas dá sinais que a forma de se olhar o turismo também evoluiu no país. O foco deve ser redefinir o posicionamento do turismo na política interna do Brasil, como um dos protagonistas no enfretamento de crises e ferramenta importante na retomada econômica. Se tratado como deve ser, um vetor de desenvolvimento econômico, o turismo estampará as principais editorias dos jornais e revistas como Economia e Política e não apenas os cadernos de viagens e destinos.      Ações dessa natureza corroboram e atendem antigos pleitos do empresariado do setor, como a criação, de fato, de uma Política de Estado do Turismo e não apenas, políticas de Governo, descontinuadas. O turismo deve ser uma das pautas da Ordem do Dia do Governo Federal.    Este é o momento de aproveitar a onda positiva que veio com a maré do sucesso dos grandes eventos sediados pelo país nos últimos dez anos, que culminou nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, e colocaram de vez o Brasil no imaginário do turista internacional. Somos, no mundo, o país com maior potencial para o setor e o que menos fez por ele. Com um novo posicionamento neste mercado, que a cada ano atinge um nível mais profissional, o produto turístico brasileiro se tornará mais competitivo e a conversão do potencial em resultados práticos se torna verossímil. Vinícius Lummertz – Presidente da Embratur

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Embratur se prepara para novo momento do turismo brasileiro 12/11/2017

Embratur se prepara para novo momento do turismo brasileiro

Agenda do instituto na Europa reforça a importância do segmento para o país Em palestra para estudantes brasileiros e interessados em nosso país na conceituada instituição Kings College, em Londres (capital do Reino Unido), o presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo ), Vinicius Lummertz, afirmou que as reformas estruturais propostas pelo governo, aliadas às mudanças no setor  do turismo já anunciadas vão resultar num novo patamar que permitirá ao Brasil alcançar as metas propostas pelo programa "Mais Turismo". De acordo com o ministro do Turismo, Marx Beltrão, com a aprovação pelo Congresso de propostas como a nova Lei Geral do Turismo, a que propõe abertura do capital das empresas aéreas para estrangeiros (até 100%, quando hoje há limitação a 20%), bem como a transformação da Embratur de autarquia em serviço social autônomo, será possível sair da barreira dos 7 milhões e, em 2022, chegar aos 12 milhões de turistas internacionais visitando o Brasil. A receita vinda dos turistas estrangeiros poderá saltar de US$ 6 bilhões, em 2016, para US$ 19 bilhões, em 2022, além da criação de 6 milhões de novos empregos. "A reforma trabalhista já foi aprovada, depois serão a da previdência e a política. Além dessas reformas macroeconômicas, temos as microeconômicas que, combinadas, vão gerar um novo ambiente que fará com que possamos ter um momento de grande alavancagem no setor. Em especial a transformação da Embratur em agência. Como autarquia, estamos engessados, mas como agência, podemos ter mais flexibilidade nas questões que envolvem, por exemplo, contratações de pessoal no exterior. Em um mercado competitivo como o turismo hoje, é preciso um modelo no qual não estejamos dependentes de uma única fonte de recursos (no caso, o orçamento da União) para fazer a promoção e atrair mais visitantes", resumiu Lummertz aos estudantes. O deputado Paulo Azi, presidente da comissão de Turismo da Câmara e relator dos projetos que interessam ao setor, disse durante a semana em Londres que a votação ocorrerá ainda este ano. A palestra do presidente encerrou a semana que marcou a presença da Embratur na WTM, considerada a maior feira de turismo do mundo. O estande do instituto contou com a presença de 33 empresas e 11 destinos. Pelas projeções dos participantes e técnicos da Embratur, deverão ser gerados negócios na ordem de U$ 9,8 milhões, aproximadamente 15% a mais do que o volume da edição de 2016. O retorno do investimento (ROI) foi de 18,5 vezes no ano passado e a expectativa é que seja ainda maior em 2017. Para Lummertz, foi importante a presença maciça dos estados, municípios e das empresas privadas que foram à Londres para fazer negócios e atrair mais turistas para o país. “O investimento feito aqui terá retorno em três meses, pois os turistas viajarão para o Brasil. Quem veio à WTM pôde perceber o nível de profissionalização que o turismo mundial atingiu. Devemos seguir esse caminho para a geração de empregos e renda pelo turismo, já que nenhum país tem o potencial tão alto para o setor como o Brasil", definiu. Com mais de 5 mil expositores e expectativa de atingir 50 mil visitantes, a WTM chegou ao final já com data marcada para 2018. O evento acontecerá no ExCel, em Londres, entre os dias 5, 6 e 7 de novembro. Em 2016, uma pesquisa feita com expositores da feira revelou que a WTM London 2016 gerou negócios que, em conjunto, chegaram a cerca de US$ 3,5 bilhões. Na Kings College, o presidente da Embratur e o grupo que estuda problemas e debate os caminhos para o Brasil, participaram do encerramento de uma semana cultural dedicada ao país. Houve a apresentação do coral "Nossa Voz", que tem integrantes brasileiros e estrangeiros, liderados pelo maestro Gui Tavares, e de um grupo de chorinho. REALIDADE VIRTUAL O presidente Lummertz e técnicos da Embratur estiveram ainda na cidade de Manchester, para conhecer mais detalhadamente os projetos de uma das empresas mais relevantes no mundo no setor de realidade virtual.  A Eon Reality oferece experiências virtuais que podem ser utilizadas para o mercado de viagens e turismo.   "Não á dúvidas de que o futuro em nosso setor está na aplicação da alta tecnologia. Seja na necessidade do viajante conhecer antecipadamente detalhes do destino, ou na preparação dos vendedores dos pacotes e roteiros. Também acreditamos em um potencial de valor agregado aos destinos como parques temáticos", comentou Lummertz. Depois da semana no Reino Unido, o presidente e equipe técnica da Embratur seguem roteiro pela Europa. A partir de terça-feira, na França, o presidente concederá entrevistas para mídia francesa e serão desenvolvidas ações de promoção sobre os destinos do norte e nordeste brasileiro e serviços da Air France / KLM em um workshop na Embaixada do Brasil em Paris.  

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Presidente da Embratur comenta sobre pesquisa do Euromonitor

Instituto de pesquisa confirmou que o Rio de Janeiro continua sendo o destino turístico mais visitado da América do Sul em 2017. Vinicius Lummertz fala sobre o calendário de eventos do Rio, cidade que é porta de entrada do Brasil, e dos demais destinos que recebem turistas internacionais.

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